<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8915265668504081835</id><updated>2012-02-16T16:08:23.053-02:00</updated><category term='Somália'/><category term='Minustah'/><category term='Haiti'/><category term='ONU'/><category term='crônica'/><category term='fome'/><category term='África'/><category term='crianças'/><title type='text'>Asa-da-palavra</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8915265668504081835/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Kátia Brito</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15609978876036561431</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8915265668504081835.post-7603671114604145746</id><published>2012-01-25T16:13:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T16:13:09.769-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ONU'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Haiti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minustah'/><title type='text'>O ritmo do Haiti</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wFAeCslPEC0/TyBGINkpz0I/AAAAAAAAAgg/SsDhW2amhF0/s1600/101128haitiGetty03.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-wFAeCslPEC0/TyBGINkpz0I/AAAAAAAAAgg/SsDhW2amhF0/s320/101128haitiGetty03.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;Haitianos aguardam desde o terremoto de doze de janeiro de 2010 por mudanças que parecem andar em ritmo de valsa: dois pra lá e dois pra cá. A cada semana a ONU anuncia um novo plano estratégico para reconstrução do país e um novo comandante assume a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti, a Minustah. Além disso, tem mais um capítulo da longa novela política que começou há 184 anos, quando a França deu aos mulatos uma liberdade promissória, cujo valor eu não sei. Mas com toda certeza, seria preciso muito açúcar para dar um gosto a essa suada independência. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;Desde que os brancos foram expulsos da antiga colônia de Santo Domingues, a pérola das Antilhas, a política haitiana vive de altos e baixos. Na verdade mais baixos do que altos, já que a cadeira presidencial foi revezada entre mulatos. Já os negros assumem nesta história o papel de arruaceiros e lutadores da igualdade. Foram eles que mais lutaram e os que menos tomaram posse desta vitória. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;Mas quem liga para o Haiti? O pobre das Américas nunca recebeu atenção das nações. Seja por misericórdia ou por interesse, a ONU, desde 1994, mantém no País tropas de paz que conseguiram barrar a violência e a revolta de quem conhece bem as lutas do passado e vê com olhos embaçados um sonho que nunca saiu do papel ou mesmo das conversas dos antigos: liberdade e riquezas para todos! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;Infelizmente foi preciso terremoto, furacão Tomas e cólera devastando famílias e ampliando a miséria para que, obrigatoriamente, os colonizadores pudessem colocar a mão no bolso e procurar nos livros de história algo sobre o Haiti. Até imagino Sarkozy perguntando a bela Carla Bruni onde no globo terrestre se encontra este País e ela, com seus lindos olhos azuis, dizer: “É necessário mesmo você saber?” Ninguém sabe mesmo. O importante é falar de euros e apresentar um bom discurso de solidariedade. E embora eu esteja especulando, a verdade é essa: saber o que é o país caribenho pouco importou, até porque a urgência era socorrer e enterrar os mortos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;Depois de um ano o cenário não mudou e alguns personagens também não. A diferença é que enquanto a ONU tenta arrumar os tijolos, os haitianos protestam e reivindicam uma promessa antiga: a liberdade e as mudanças políticas. No dia 27 de março todos foram às urnas improvisadas para escolher o novo presidente. De um lado Mirland Manigat, formada em ciências sociais e casada com o ex-presidente do Haiti, Leslie Manigat. Informação aparentemente irrelevante, já que na ilha o passado político não é muito bem vindo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;Do outro lado da disputa o cantor de lambada Michel Martelly, que, segundo especialistas, tem cativado os jovens com seus discursos inflamados de mudanças e pode surpreender a conservadora Manigat vencendo as eleições. Mais uma vez, só para dar mais emoção, será adiado para o dia 16 de abril o resultado do processo eleitoral. Afinal, foram encontradas 1.518 cédulas com suspeita de fraude. Apesar de mais algumas semanas de espera, haitanos aguardam um presidente que saiba dançar todos os ritmos, desde que não se conforme com a valsa marcada, aquela que não tira a República Democrática do Haiti do lugar.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;*Artigo escrito em abril de 2011 para a disciplina &amp;nbsp;jornalismo interpretativo. O vencedor das eleições haitianas foi &amp;nbsp;Michel Martelly e desde outubro do ano passado a ONU está retirando ,gradualmente, suas tropas da ilha caribenha.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8915265668504081835-7603671114604145746?l=asa-da-palavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/feeds/7603671114604145746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/2012/01/o-ritmo-do-haiti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8915265668504081835/posts/default/7603671114604145746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8915265668504081835/posts/default/7603671114604145746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/2012/01/o-ritmo-do-haiti.html' title='O ritmo do Haiti'/><author><name>Kátia Brito</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15609978876036561431</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wFAeCslPEC0/TyBGINkpz0I/AAAAAAAAAgg/SsDhW2amhF0/s72-c/101128haitiGetty03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8915265668504081835.post-3645476995856090779</id><published>2012-01-25T15:41:00.001-02:00</published><updated>2012-01-25T15:42:31.151-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fome'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Somália'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crônica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crianças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><title type='text'>Nada de novo debaixo do sol</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Olhou até onde as vistas puderam enxergar e entendeu por que não conseguia fazer sair água dos olhos: a seca ao seu redor o tinha ressecado por dentro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AP4_KJJhmjY/TyA-mZBRS5I/AAAAAAAAAgY/sH_O2639y9E/s1600/La_Black_And_White1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="http://2.bp.blogspot.com/-AP4_KJJhmjY/TyA-mZBRS5I/AAAAAAAAAgY/sH_O2639y9E/s320/La_Black_And_White1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Já fazia seis dias que ele caminhava atrás de algo que não o lembrasse da sua terra natal. Os passos com passar dos dias já não eram mais os mesmos, a sede, o cansaço, a fome e o calor minavam sua esperança de encontrar um canto para encostar, comer, beber algo e dormir. O sonho de Madugu realmente era impossível. Em outros tempos foi avisado pela mãe que não tinha jeito, era melhor se conformar com a situação, porém, ele continuou a sonhar. Aquela imagem que vira, há um ano, num pedaço de papel de revista não saia de sua cabeça: uma criança correndo em campos verdejantes e com um sorriso no rosto, devia estar feliz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E o que é a felicidade? Dentro de sua breve vida de sete anos ele só conhecia felicidade de ouvir falar. Madugu e a mãe viviam em uma tribo dominada por rebeldes. Tinham que fazer muitas coisas para conseguir comida, às vezes ele escutava os gritos da mãe e mais tarde, na escura madrugada sua cabeça era constantemente molhada, não sabia por quê. Nem sempre tinha comida ou água. Por semanas sentia uma dor no fundo de seu estômago que parecia subir e chegar ao coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os dias pareciam mais quentes, secos e tristes. A tristeza aumentou quando uma guerra, uma disputa entre grupos armados destruiu o lugar que morava. Madugu viu crianças como ele serem jogadas em buracos, ouviu muitos disparos, gritos e pela última vez pôde ver os olhos cheios de água da mãe, sua cabeça nunca mais ficaria molhada. Começou a correr o quanto suas pernas finas lhe permitiam, sentiu o vento das balas passar próximo do seu rosto, mas não sentia medo, sentia fome e sentia uma dor estranha no coração a apertar a garganta. Escondeu-se por alguns dias dentro de uma toca e se cobria com folhas secas. Quando deu na cabeça resolveu sair e ir em busca do campo verdejante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Lembrou-se disso tudo em poucos minutos enquanto recobrava as forças de pé, no meio da vasta terra seca. Sua roupa estava molhada, sua pele quente, seus pés doloridos e sua força esgotada. Assentou-se, pois aquela dor estranha voltou a apertar seu coração e garganta. Resolveu deitar, não fazia diferença se a terra estava quente, ele também estava. Pensou na mãe, nos irmãos, no campo e na criança que corria em meio à vegetação tão verde. Olhou ao seu redor, fez uma força para aquela dor sair. Pela boca não saiu e então se lembrou das madrugadas em que a mãe molhava sua cabeça e descobriu que água vinha era dos olhos dela e sempre depois que ela sentia dor ou a faziam sentir dor. Descobriu que sua dor só pararia se fizesse como a mãe. Apertou e esfregou os olhos, nada. Tocou na terra dura, empoeirada e vermelha. Olhou até onde as vistas puderam enxergar e entendeu por que não conseguia fazer sair águas dos olhos: a seca ao seu redor o tinha ressecado por dentro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os olhos de Madugu não viram os campos verdejantes, somente os campos secos da Somália. Como ele, muitos não conseguiram ultrapassar as fronteiras do país de origem, ficando nos olhos a miragem de um mundo melhor pra se viver.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="line-height: 19px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;* Crônica baseada em notícia da ONU a respeito do aumento de migrantes climáticos no mundo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8915265668504081835-3645476995856090779?l=asa-da-palavra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/feeds/3645476995856090779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/2012/01/nada-de-novo-debaixo-do-sol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8915265668504081835/posts/default/3645476995856090779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8915265668504081835/posts/default/3645476995856090779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asa-da-palavra.blogspot.com/2012/01/nada-de-novo-debaixo-do-sol.html' title='Nada de novo debaixo do sol'/><author><name>Kátia Brito</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15609978876036561431</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AP4_KJJhmjY/TyA-mZBRS5I/AAAAAAAAAgY/sH_O2639y9E/s72-c/La_Black_And_White1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
